Equipa cirúrgica da Primis durante uma intervenção de cirurgia oral, com o paciente em campo esterilizado

Implantes Dentários

A solução fixa e definitiva para devolver o seu sorriso.

Os implantes dentários são uma das maiores conquistas da Medicina Dentária moderna. Permitem substituir um ou vários dentes perdidos de forma fixa, natural e duradoura, devolvendo a função mastigatória, a estética e a confiança ao sorrir, falar ou comer. Na Primis, em Leiria, cada reabilitação com implantes começa por um diagnóstico rigoroso e termina num plano feito à medida de cada paciente.

O que é um implante dentário?

Um implante é uma pequena raiz artificial, habitualmente em titânio, colocada no osso maxilar para substituir a raiz do dente perdido. Com o tempo, o osso cresce e adere à superfície do implante — um processo chamado osteointegração — criando uma base estável sobre a qual assenta a coroa, a ponte ou a prótese fixa.

É esta ancoragem no osso que distingue o implante de uma prótese removível ou de uma ponte: não assenta nos dentes vizinhos nem depende deles, não desliza, e trava a reabsorção óssea que se instala nos anos seguintes à perda de um dente.

O tratamento, passo a passo

1. Avaliação e planeamento digital

Tudo começa com uma consulta de avaliação, gratuita na Primis. Recorremos a tomografia (CBCT) e a scanner intraoral para medir o volume e a densidade do osso, localizar estruturas a preservar — como o nervo dentário e o seio maxilar — e planear digitalmente a posição exata de cada implante antes de qualquer intervenção.

2. Cirurgia guiada

A colocação é feita sob anestesia local, em ambiente esterilizado. A cirurgia guiada transfere o planeamento digital para a boca através de uma guia fabricada à medida, o que aumenta a precisão, reduz o tempo de intervenção e torna o pós-operatório mais confortável. A maioria dos pacientes retoma a rotina no dia seguinte.

3. Osteointegração

Segue-se o período de integração no osso, tipicamente entre 3 a 6 meses, durante o qual usa uma solução provisória e nunca fica sem dentes. Em casos selecionados, com osso suficiente e boa estabilidade inicial, é possível recorrer à carga imediata e colocar dentes fixos provisórios no próprio dia da cirurgia.

4. Coroa definitiva

Concluída a integração, é colocada a coroa ou prótese definitiva, fabricada à medida em parceria com o nosso laboratório. Cor, forma e translucidez são ajustadas aos dentes vizinhos, para um resultado indistinguível de um dente natural.

5. Manutenção

Um implante não tem cáries, mas os tecidos à volta precisam de vigilância. As consultas de manutenção periódicas e uma higiene diária cuidada são o que garante a longevidade do tratamento a longo prazo.

Soluções para cada caso

  • Implante unitário — substitui um único dente perdido sem desgastar os dentes vizinhos, ao contrário do que exige uma ponte convencional.
  • Implantes múltiplos — reabilitam vários dentes em falta com pontes fixas suportadas por implantes.
  • All-on-4 e All-on-6 — reabilitação total de uma arcada sobre quatro ou seis implantes, com implantes inclinados que aproveitam as zonas de maior densidade óssea e dispensam frequentemente o enxerto. Em muitos casos, com carga imediata.
  • Enxerto ósseo e elevação do seio maxilar — quando o volume de osso é insuficiente, recuperamos a base necessária antes de colocar os implantes.

Porquê implantes e não uma prótese removível?

  • São fixos. Não saem, não deslizam e não obrigam a adesivos ou a cuidados noturnos.
  • Devolvem a força de mastigação. Volta a comer o que quer, sem calcular o que a prótese aguenta.
  • Preservam o osso. O estímulo transmitido ao maxilar trava a reabsorção óssea que envelhece a face.
  • Não sacrificam dentes saudáveis. Uma ponte convencional obriga a desgastar os dentes de suporte; o implante não.
  • São duradouros. A literatura científica aponta taxas de sobrevivência acima dos 95% ao fim de 10 anos em implantes com higiene e acompanhamento adequados.

Implantes dentários em Leiria, na Primis

Trabalhamos com marcas de referência internacional e com planeamento digital e cirurgia guiada em todos os casos, para máxima precisão e previsibilidade. A nossa equipa de implantologia avalia individualmente cada situação, com base num estudo rigoroso da estrutura óssea e das suas necessidades específicas — do implante unitário à reabilitação total com All-on-4 ou All-on-6.

Marque a sua consulta de avaliação gratuita e descubra todas as opções.

Perguntas Frequentes

Quanto tempo dura um implante dentário?

Um implante bem integrado e bem mantido pode durar décadas. A literatura científica aponta taxas de sobrevivência acima dos 95% ao fim de 10 anos em implantes com higiene e acompanhamento adequados. A longevidade depende sobretudo da higiene diária, das consultas de manutenção e de fatores como o tabagismo ou a diabetes não controlada. A coroa colocada sobre o implante sofre desgaste natural e pode precisar de ser substituída ao longo dos anos, sem que isso implique mexer no implante.

Colocar um implante dói?

A cirurgia é feita sob anestesia local, pelo que não sente dor durante o procedimento. A maioria dos pacientes descreve o pós-operatório como menos incómodo do que esperava, habitualmente comparável ao de uma extração dentária. Nos primeiros dias pode haver algum inchaço e desconforto, controlados com a medicação prescrita. Em casos de maior ansiedade ou em cirurgias mais extensas, existem opções de sedação.

Quanto tempo demora o tratamento completo?

Depende do caso. O implante precisa de integrar no osso — a osteointegração — um processo que demora tipicamente entre 3 a 6 meses, e só depois é colocada a coroa definitiva. Em situações selecionadas, com osso suficiente e boa estabilidade inicial, é possível recorrer à carga imediata e sair da cirurgia com dentes fixos provisórios no mesmo dia. A consulta de avaliação determina qual o protocolo indicado para si.

Posso colocar implantes se já perdi osso?

Na maioria dos casos, sim. A perda óssea é comum depois de anos sem dente, mas raramente é impeditiva. Existem soluções como o enxerto ósseo ou a elevação do seio maxilar para recuperar volume, e técnicas como o All-on-4 e o All-on-6, que aproveitam o osso disponível através de implantes inclinados e dispensam frequentemente o enxerto. O planeamento digital e a tomografia CBCT permitem medir o osso com rigor antes de decidir.

O que é o All-on-4 e o All-on-6?

O All-on-4 é uma técnica de reabilitação total de uma arcada assente em apenas quatro implantes, dois deles inclinados para aproveitar as zonas de maior densidade óssea. Permite substituir todos os dentes de uma arcada com uma prótese fixa, em muitos casos com carga imediata. O All-on-6 segue o mesmo princípio com seis implantes, indicado quando se pretende maior distribuição da carga mastigatória.

Um implante fica com aspeto natural?

Sim. A coroa é fabricada à medida, com a cor, a forma e a translucidez ajustadas aos dentes vizinhos. Ao contrário de uma prótese removível, o implante é fixo e substitui a raiz do dente, o que devolve uma mastigação estável e não interfere com a fala. Para quem olha, é indistinguível de um dente natural.

Como devo cuidar dos meus implantes?

Como cuida dos dentes naturais: escovagem duas vezes por dia, limpeza interdental diária com escovilhão ou fio próprio e consultas de manutenção periódicas. Os implantes não têm cáries, mas os tecidos à volta podem inflamar. A peri-implantite é a principal causa de perda de implantes a longo prazo e é largamente prevenível com higiene e vigilância. Deixar de fumar é a medida isolada com maior impacto no sucesso a longo prazo.